Bebel é uma cachorra linda, grande, brincalhona e eterna criança.
Telefonaram-se de São Paulo (quase 400 quilômetros da minha casa), pedindo-me que eu fosse buscá-la de carro.
Minha filha tinha noção do que me pedia.
Sabia que eu não recusaria.
Eu já tinha 3 cachorras, castradas, e um macho, também castrado.
Concordei, afinal Bebel era um ser abandonado numa instituição.
Fui, feliz.
Voltamos, também felizes.
Bebel ficara um mês (minha filha estava em São Paulo participando do Cuballet, durante todo o mês de janeiro) no quintal da minha irmã, no Brooklyn, realizando o caos.
Ela ainda tinha 5 meses, enooooooooorme, já vacinada e castrada.
Encurtando a história, quando minha mãe virou estrela, herdei a cachorra dela, enoooooooooorme também, mas já aquietada pelas dores da vida.
Ainda geme de vez em quando, creio que de saudades.
Quase da mesma idade, mas um dia se estranharam, brigaram e se machucaram bastante.
Minha filha achou melhor, por uns tempos, levar Bebel para a casa do pai, avesso a animais.
Pois não é que Bebel não gosta do lugar?
É um sobrado na beira do rio, e Bebel resolveu passear no telhado...
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